segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Late Bloomers


Três vezes vinte ou O amor não tem fim (Late Bloomers).
Retrata a história de um casal que está prestes a chegar à casa dos 60anos. 
Ela, uma ex professora. Ele, um arquitecto.
Ambos têm que encontrar um meio termo para lidar com o que estão passar sem que percam o amor um pelo outro. 
Interessante e elucidativo. 

Sleeping Beauty


Decididamente não é um filme de fácil digestão. A mim, particularmente, deixou-me incomodada imenso tempo. Talvez porque mexe com fantasmas que toda a gente tem. Ou talvez porque senti uma empatia especial com o embotamento da personagem principal. Não sei.

O filme retrata carências, solidões, fantasias, desapegos, desprezos, o atingir limites e tanta coisa mais. Vale a pena, mas é como digo, não se deve ver de ânimo leve. A actriz, Emily Browning está fantástica.
Para quem se interessar: O trailer.

We need to talk about Kevin


Quando vi o cartaz deste filme, fiquei imediatamente interessada. Não pelo cartaz em si, mas porque aprecio a Tilda Swinton  (e decididamente que escolheram a personagem perfeita para representar esta mãe e mulher). Após ter visto a capa, fui ao IMDB espreitar o trailer - coisa que raramente faço, porque há trailers que estragam completamente a película - mas que me deixou com a ideia de um miúdo que mata pessoas na escola e pouco mais (nada de novo, pensei eu). 
A directora, Lynne Ramsay - que desconhecia completamente - elevou o filme a um complexo absolutamente genial. Para compreender o filme, é preciso realmente ver o trailer. 
A história passa-se no antes, o durante e o agora. Antes do Kevin nascer, durante o crescimento e desenvolvimento do Kevin e o agora, com o Kevin preso e a mãe a lidar com toda a situação.  
O kevin - ou melhor, oS KevinS - "são" uma personagem absolutamente deliciosa e extremamente bem descritiva daquilo a que podemos chamar de Psicopatia ou de comportamento Anti Social.  
A mãe, Eva K., uma mãe e esposa cheia de remorsos e sentimentos de culpa mas que, acima de tudo, é uma mulher com uma coragem e força extra-extraordinárias.
O título, genialmente bem concebido, é uma das peculiaridades interessantes deste filme, foi coisa que aqueles pais nunca fizeram: "precisamos de falar sobre o Kevin".
São inúmeros os pormenores e peculiaridades, os actores deliciam-nos e mantêm-nos vidrados o tempo todo, fazendo mesmo valer a pena assistir. Eu, fiquei agarradíssima ao ecrã. 

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Massa Instantânea

     Quando dá aquela preguiça para cozinhar, não apetece sair de casa e a fome está a esganar-te o estômago, é sempre bom termos à mão comida pré confeccionada. Enfim, para alimentar o comodismo. É certo que o sabor não se compara à cozinha feita por nós ou pela nossa mãezinha, e obviamente a saúde não agradece! Contudo, sou fã de algumas pizzas pré congeladas, da lasanha e da bela da massa instantânea.

     A massa instantânea é, provavelmente, a comida de plástico mais genial que algum gajo asiático se lembrou. A ciência da coisa é muito simples: Numa panela introduzir 4dcl de àgua e quando estiver a ferver, colocar a massa e as ervinhas mágicas que vêm no pacote (e para quem gosta de inventar, previamente cortar malaguetas e todo o tipo de vegetais que conhece lá para dentro); Eh Voilá, deixar a ferver durante três minutos e comer.

     Incrível como é que com .35p's, 400 kcal e 89g de massa com diferentes sabores manhosos a peixes esquisitos fazem a diferença!


Internet's

      Há um mês que me deparo com problemas tecnológicos. Venderam-me uma Internet com downloads ilimitados, e aparentemente, ao fim do primeiro dia, já atingi os MB's que podia usar. Saquei duas metades de dois filmes e vi 3 ou 4 músicas no YouTube! Isto anda a dar-me cabo do juízo!

      Agora questiono-me.. Como era a vida antes e durante os anos 80?! Como é que faziam-se trabalhos para a escola, antes de existir o Google ou o Wikipédia?! É claro que os livros representam a fonte mais fiável; mas as referências no Wiki, estão cheias de livros e sites com os temas que precisamos. Com o tempo que deviam levar para fazer um trabalho - e há que respeitar e saudar o esforço e a dedicação - hoje, com o acesso à Internet, faz-se o trabalho e ainda dá tempo para ver um filme e dois episódios daquela série que nos está a viciar.
       Realmente a vida é muito mais facilitada nos dias de hoje. E claro está que, comprar Cd's e filmes originais, fica sempre bem na nossa colecção lá em casa e não destrói os direitos de autor. Contudo, sai bem mais caro no bolso.

      Por outro lado, o abuso dos computadores remota-nos sempre aquela velha guarda questão da criança (jovem ou adulto) que não aprecia o que a "natureza" tem para oferecer por refugiar-se atrás de um ecrã. Sou do tempo em que jogar à macaca, às escondidas, aos berlindes ou andar de bicicleta, representava o momento alto do dia!     
      Embora hoje em dia, para mim, seja inconcebível não ter um computador, ainda não me sucumbi ao vício dos Ipad's; mas certamente que lá chegarei.