segunda-feira, fevereiro 20, 2012

We need to talk about Kevin


Quando vi o cartaz deste filme, fiquei imediatamente interessada. Não pelo cartaz em si, mas porque aprecio a Tilda Swinton  (e decididamente que escolheram a personagem perfeita para representar esta mãe e mulher). Após ter visto a capa, fui ao IMDB espreitar o trailer - coisa que raramente faço, porque há trailers que estragam completamente a película - mas que me deixou com a ideia de um miúdo que mata pessoas na escola e pouco mais (nada de novo, pensei eu). 
A directora, Lynne Ramsay - que desconhecia completamente - elevou o filme a um complexo absolutamente genial. Para compreender o filme, é preciso realmente ver o trailer. 
A história passa-se no antes, o durante e o agora. Antes do Kevin nascer, durante o crescimento e desenvolvimento do Kevin e o agora, com o Kevin preso e a mãe a lidar com toda a situação.  
O kevin - ou melhor, oS KevinS - "são" uma personagem absolutamente deliciosa e extremamente bem descritiva daquilo a que podemos chamar de Psicopatia ou de comportamento Anti Social.  
A mãe, Eva K., uma mãe e esposa cheia de remorsos e sentimentos de culpa mas que, acima de tudo, é uma mulher com uma coragem e força extra-extraordinárias.
O título, genialmente bem concebido, é uma das peculiaridades interessantes deste filme, foi coisa que aqueles pais nunca fizeram: "precisamos de falar sobre o Kevin".
São inúmeros os pormenores e peculiaridades, os actores deliciam-nos e mantêm-nos vidrados o tempo todo, fazendo mesmo valer a pena assistir. Eu, fiquei agarradíssima ao ecrã. 

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